terça-feira, 17 de julho de 2012

A culpa é do Mariano?

Duarte Marques, líder da JSD e deputado da AR, disse a propósito da licenciatura de Miguel Relvas, que o culpado é Mariano Gago, ministro do governo “socialista” chefiado por José Sócrates. O ilustre deputado elogiou a postura de Miguel Relvas por estar constantemente a “chatear a cabeça” dos jotinhas para não “fazerem o erro que ele cometeu”… Afinal a vida de Relvas é um “erro” ao qual o próprio reage com a sempre paternalista postura olha para o que digo e não para o que faço!

Mas se erro há, não é de Relvas, mas sim do “magnificente” ministro Mariano, que é o autor da legislação de reconhecimento de competências, que Relvas tão pronta e eficazmente se aproveitou, do que mereceria um louvor e não a “injusta” chacota de que tem sido alvo! Aliás eficácia que não é exclusiva de Relvas! Mas de muitos dos seus pares na AR, independentemente do partido a que pertencem, que hoje “calados” esperam que a “tempestade” passe não levantando ondas, para que continuem a usufruir descansada e presunçosamente dos seus títulos de Dr ou licenciado…

Já agora quem se lembra de ter vindo à RTP o ministro Mariano Gago, defender as qualidades de “aluno exemplar” de José Sócrates?

Se calhar, tem razão, o também ele, Licenciado Duarte Marques!

Fé

quinta-feira, 5 de julho de 2012

As “Novas Oportunidades” de Relvas!




Quem pensava que Sócrates e o seu governo tinham descoberto as “Novas Oportunidades” ­— que levou tanta gente a obter graus de escolaridade que jamais tinha sonhado em possuir — enganou-se! Afinal parece ter sido o, astuto e hábil, ministro Miguel Relvas, que terá vendido a ideia a José Sócrates...  O “braço direito” de Passos Coelho, desde os tempos da JSD, viu ser-lhe reconhecido, pela magnânima Universidade Lusófona, o generoso grau de “licenciado”, através do “reconhecimento” das suas “competências” e “experiência política e profissional”. Tal foi o mérito reconhecido que o fizeram professor convidado, qual mestre sentado na sua cátedra  do Instituto Superior de Comunicação Empresarial em Lisboa.

Menos mal que para Passos Coelho se trata de “um não assunto”...

Fé

terça-feira, 3 de julho de 2012

Fora o árbitro!



Pedro Proença, o mediático árbitro português, disse agastado “não ter sido recebido à saída, nem à chegada” por nenhum membro do governo. Ser recebido à partida? Não vejo como! Se tal fosse possível, então deveria ser despedido à chegada...

Já com orgulho, disse ter sido a sua presença na final do europeu de futebol “um presente para a arbitragem portuguesa” coisa à qual estão eles por demais habituados...

Fé